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Empresários “têm sabido aproveitar os incentivos disponíveis” do Governo dos Açores no setor do turismo na Ribeira Grande, afirma Secretária Regional

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A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou que os privados “têm sabido aproveitar os incentivos disponíveis”, adiantando que estão atualmente em análise na Direção Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade 27 candidaturas no concelho da Ribeira Grande, que correspondem “a um investimento de 63 milhões de euros, evidenciando o impacto positivo do sistema de incentivos do Governo dos Açores para os empresários, num setor tão importante como o turismo”.

 

“Por esta via, poderemos criar mais de 200 postos de trabalho neste concelho, por forma a que os Ribeiragrandenses retirem ainda mais valor do turismo, com boas perspetivas de geração de riqueza, de dinamismo económico e, claro, com maiores e melhores oportunidades de emprego”, salientou Marta Guerreiro.

 

“A Direção Regional do Turismo tem recebido projetos de várias tipologias de alojamento – hotéis, apartamentos turísticos, alojamento local, turismo em espaço rural – que espelham bem que os privados acompanham a estratégia do Governo dos Açores na diversificação destes empreendimentos aqui na Ribeira Grande”, acrescentou.

 

A titular da pasta do Turismo falava sexta-feira na inauguração da Volcanic Charming House, salientando que “este empreendimento é um verdadeiro exemplo” de empenho “em receber com qualidade quem escolhe os Açores para destino de férias”.

 

Para a Secretária Regional, o trabalho levado a cabo por estes empreendedores, que criaram, em 2014, as Casas da Ribeira Grande, tem “potenciado ainda mais o turismo neste concelho”.

 

“Souberam reabilitar o património e, por via disso, criar ótimas condições de permanência dos nossos visitantes na Ribeira Grande, trabalho este que deve ser reconhecido pela dimensão alcançada (são já seis os projetos/casas) mas, sobretudo, pela qualidade”, frisou.

 

Na ocasião, Marta Guerreiro apontou algumas caraterísticas do concelho que “potenciam o aparecimento de novos investimentos”, nomeadamente “a identidade paisagística, fortemente marcada pela Lagoa do Fogo, bem como pelo vulcanismo das fumarolas e das nascentes termais da Caldeira Velha, um local que beneficiou com a criação do Centro Interpretativo, enquanto importante contributo para o conhecimento e a interpretação destes fenómenos geológicos”.

 

Marta Guerreiro referiu ainda que a Ribeira Grande possui igualmente “um rico património gastronómico e distinto na Europa, pela cultura do chá, para além dos licores, que primam pelo uso de produtos exóticos, de qualidade, produzidos no concelho, e que se encontram certificados com o selo DOP, ao abrigo dos regimes de qualidade da União Europeia”.

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