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7 mil regressaram à Região e greve não afecta Madeira

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Os últimos dados que o Governo Regional dispõe indicam que a vaga de madeirenses radicados na Venezuela e de luso-descendentes que decidiram regressar à Região perfazia os cerca de 7 mil cidadãos no primeiro semestre deste ano, no entanto o número de regressos tem tido um decréscimo acentuado, precisou o vice-presidente do Executivo que esta tarde presidiu à XVI edição da Festa do Emigrante, por sinal, à hora da cerimónia, eram poucos, muito poucos, os que tinham decidido ir até à freguesia da Ilha.

Pedro Calado voltou a deixar claro que a greve dos motoristas de transporte de matérias perigosas não vai afectar a economia madeirense justamente pelo facto de o transporte de combustível não estar sujeito ou pendente do transporte por via terrestre. Todo o processo de abastecimento faz-se por via marítima e sem recurso a camiões cisterna. No entanto, o governante aproveitou para dar uma ‘alfinetada’ no governo de António Costa.

“Não temos motivos para estarmos preocupados com esta greve. Aquilo que poderia acontecer era os transportadores, aqui, na Madeira, poderem aderir, mas em Fevereiro deste ano fizemos um acordo melhorando as condições de trabalho. Felizmente, ao contrário do que sucede no continente não temos razões para estarmos preocupados, o que revela, também, muito trabalho que temos feito através de contacto directo com todos os sectores de actividade e representantes de diversos organismos”.

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