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Mais Porto Santo surge plano municipal para o turismo da noite porto-santense

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O Mais Porto Santo alerta para a urgente necessidade de implementação de um plano municipal anual para o turismo da noite porto-santense, sobretudo para o mês de Agosto, como forma de “evitar transtornos que têm sido causados a locais e visitantes durante este período” de férias, refere José António Castro.

O líder do movimento de cidadãos independentes considera que a atribuição de licenças tem de ser “melhor controlada e justificada no futuro”, salientando que é “determinante um compromisso colectivo, após escuta e recolha de opiniões de todos os que são intervenientes neste sector, públicos e privados, através de uma equipa de trabalho para este fim, algo que o Mais Porto Santo defende já há muito tempo”.

Recordando que o turismo é principal riqueza do Porto Santo, refere, contudo, que “não se pode esquecer, nunca, que a tranquilidade, o descanso e a segurança são os pilares que deram nome e credibilidade à nossa Ilha, para além da qualidade da nossa praia”.

Como tal, considera “vital” a elaboração de um plano estratégico municipal para o turismo de massas que se comprova no mês de Agosto, concebido por uma equipa multidisciplinar, “para que não se repitam alguns dos tristes episódios que se têm verificado e que têm sido propagados de forma negativa além-fronteiras, com claros prejuízos para o Porto Santo”, refere José António Castro.

Realçando que este alerta não se destina a “condenar ou a criticar seja quem for”, diz ser apenas “uma chamada de atenção para o futuro”, enquanto reforça a ideia de que a fiscalização e a sensibilização “são o ponto de partida para que as noites sejam mais tranquilas e divertidas”.

O vereador do Mais Porto Santo diz ainda que é preciso “fiscalizar o ruído e a venda de álcool a menores e sensibilizar muitos pais para o facto de não poderem abandonar os filhos no Porto Santo, sem qualquer tipo de controlo”, e sugere à Câmara Municipal local “a contratação de empresas de segurança durante o mês de Agosto, no sentido de ajudarem as forças da ordem a monitorizarem excessos, que têm de ser travados”.

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