O Palácio do Manteigueiro, também conhecido por Palácio dos Viscondes de Condeixa ou, simplesmente, Palácio Condeixa, situado na Rua da Horta Seca, nº 15, foi mandado construir em 1787 por Domingos Mendes Dias «o manteigueiro», um negociante de Lisboa que se dedicava ao comércio de manteigas por grosso. Este transmontano de Montalegre entregou o projeto ao arquiteto real Manuel Caetano de Sousa, autor, também, da Biblioteca de Mafra e da Igreja da Encarnação em Lisboa, entre outras obras.
A partir de 1804 o palácio foi sendo sucessivamente arrendado, a D. Francisco Silveira e Castro, conde de Caparica, ao marquês de Lille, que era desde o tempo de Napoleão III o representante de França, e ao célebre negociante inglês de vinhos João Fletcher.
A partir de 1837, e durante 14 anos, o Palácio do Manteigueiro passou a ser sede da Assembleia Lisbonense.
Em 1860 o imóvel foi comprado pelo visconde de Condeixa, João Maria Colaço de Magalhães Velasques Sarmento, tendo permanecido como propriedade dos viscondes de Condeixa até 1920, ano em que foi adquirido pela Vacuum Oil Company (mais tarde Mobil Oil Portuguesa) para sua sede.
Enquanto propriedade dos Viscondes de Condeixa, o palácio foi, em 1911 e por alguns meses, residência do Presidente da República Manuel Arriaga.
Depois da empresa petrolífera Vacuum Oil ter mudado de instalações, o palácio foi adquirido pelo Estado, tendo vindo a ser sede de vários Ministérios.
Transportes:
Autocarros: 202, 758.
Elétrico: 28E.
Source: Secretaria-Geral da Economia
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