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Médicos contra posse de Mário Pereira como director clínico voltam a reunir-se hoje na Ordem dos Médicos

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Os médicos que se opõem à nomeação e posse prevista para o meio-dia de amanhã, do médico Mário Pereira, como director clínico do SESARAM, voltam a reunir-se na Ordem dos Médicos para decidirem novas formas de actuação. O primeiro objectivo é tentar impedir que a posse ocorra, mas já deverão ficar decididas outras iniciativas, considerando as poucas probabilidades de Mário Pereira não tomar posse. Uma das possibilidades é a ocorrência de várias demissões já anunciadas hoje ou amanhã, entre os directores de serviço.

O encontro está marcado para as 19 horas, na sede regional da Ordem dos Médicos, o mesmo local onde se reuniram os cerca de 40 médicos, que se opõe à nomeação. Está em causa, em particular, a esmagadora maioria dos directores de serviço, que começaram por se organizar através de um grupo de Whatsapp desginado de ‘O Nosso Hospital’.

Do encontro anterior, realizado na última segunda-feira, surgiu um comunicado lido por Filomeno Paulo. Os médicos disseram estar perante uma nomeação ilegal e que partidariza a área clínica do SESARAM e apelaram à não tomada de posse.

Na resposta, no dia seguinte, no JM, o presidente do Governo disse: “O Governo Regional não muda a sua decisão (…). Quem quiser que se demita.” Essa afirmação ainda desagradou mais aos médicos, havendo novo episódio de agravamento, dois dias depois: “Em democracia quem manda é o povo e não grupinhos organizados, não eleitos”. No encontro de hoje, as declarações de Albuquerque vão também ser ponderadas.

Outra declaração que não foi bem vista foi a da presidente do Conselho de Administração do SESARAM, à TSF, no domingo, em que falou da contestação e respectivas notícias como “telenovela mexicana”.

A nomeação de Mário Pereira para a Direcção Clínica do SESARAM ocorreu depois de, na prática, ter sido chumbado o nome de Filomena Gonçalves para o mesmo cargo. Os dois nomes são uma escolha do CDS, o que resulta do acordo político, estabelecido entre aquele partido e o PSD, para a formação do actual Governo e maioria parlamentar.

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